De esquecido a autor de gol do título, Jobson curte momento no Náutico

Jobson disse ter sonhado com gol do título na noite anterior (Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press)

 

 

 

 

 

O Náutico utilizou 35 jogadores na conquista do Campeonato Pernambucano e, por conta do número alto, nem todos tiveram desempenhos iguais ao longo da disputa. Uns começaram bem e caíram de produção. Outros mantiveram o nível de atuação. Alguns ganharam a medalha, mas passaram despercebidos. Teve personagem, ainda, que começou mal e deu a volta por cima. Um caso é o do volante Jobson. Na reserva do time B, aos poucos se recolocou como opção para Roberto Fernandes. No desfecho da história, marcou o gol do título, na vitória por 2 a 1, contra o Central.

– Se tem uma pessoa que dedico é o professor Roberto Fernandes, que conversou comigo e disse que podia dar mais. Ele me perguntou o que queria e me acordou. Agradeço demais – comentou Jobson.

Jobson começou a final contra o Central na reserva. Foi acionado por Roberto Fernandes no intervalo da partida e precisou de 12 minutos para marcar o segundo gol do Timbu, que veria o Central diminuir mais à frente.

– Vou confessar que sonhei com esse gol. Eu ficava na cama pensando que se fizesse o gol ia entrar para a história. Eu vinha sendo muito cobrado e tenho que agradecer muito por ter me coroado com esse gol – relembra.

Além da importância do gol, Jobson comemora a plasticidade do lance, que contou com uma assistência de Rafael Assis e um drible que, de uma vez só, deixou dois marcadores para trás. E para fechar, um chute colocado, sem chances para o goleiro França.

– Foi uma decisão de segundos. A gente tem que tomar decisão rápida para achar espaço e fiz isso. Tenho que agradecer muito a Deus. A bola só podia entrar ali onde ela entrou.

Do Globo Esporte


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