Apresentado no Náutico, Giovanni nega ser solução para o meio de campo alvirrubro

Giovanni foi apresentado oficialmente no Náutico e recebeu das mãos do diretor Emerson Barbosa a camisa número 10. Uma prova a mais de que o clube deposita esperanças no seu futebol para organizar o meio de campo do Timbu e que acredita que ele possa ser o armador que o time tanto precisa. Algo que ele sabe, mas espera ajuda para contribuir da melhor forma possível.

“Estou concentrado em ser um bom papel. Não me vejo como uma solução. Estou aqui para ajudar a equipe e o professor Waldemar junto com meus companheiros em busca dos nossos objetivos. Um ajudando o outro fica mais fácil”, avisou. 
 
Giovanni chega ao clube como desconhecido e pode seguir o caminho de outros nomes como Sassá, Vinícius e Rony, que chegaram ao Náutico como apostas, mas se sobressaíram e ganharam destaque nacional. Trajetórias que ele respeita, mas que não pensa em seguir neste momento. Sonha até mais alto do que repetir os bons desempenhos dos atletas citados. Pensa em ficar mais do que o esperado no Timbu. 
 
“Acreditei no projeto que o Náutico apresentou para mim. Tenho contrato até o fim do ano e quem sabe não ficamos também para o ano que vem? Gosto de chegar no local e fazer história”, planejou. 
 
Regularizado, Giovanni pode ser uma das opções para enfrentar o Internacional. Tudo vai depender da sua condição física e de uma conversa com a comissão técnica. O atleta reconheceu que precisa de mais ritmo de jogo e que sua estreia pode ser atrasada por isso.  “Vim um tempo parado e vim treinado com o personal, mas é diferente do que treinar com o time. Vou conversar com a comissão técnica e vamos chegar a um acordo”.


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